n w    w w w w

baner
Voce esta aqui:   Home Nossos Guias A logística no âmbito da História
large small default
A logística no âmbito da História

INTRODUÇÃO

O Conselho dos Profissionais de Logística (2008:01, definições) define a logística empresarial como atividade que engloba o recebimento, a expedição, a gestão dos transportes, o manuseio e a armazenagem de materiais, para tal atividade é necessário promover uma organização integrada, gestão dos estoques, gerenciamento de terceiros, planejamento das demandas, tanto de compras como de produção e expedição, controle de fretes, de armazenagem, dos seguros e demais despesas típicas destas operações. Foi após os anos 50 do século XX que a logística empresarial desenvolveu-se até os moldes atuais que conhecemos, envolvendo a evolução dos meios de comunicação, dos transportes e da infra-estrutura instalada (equipamentos, armazéns, portos, aeroportos, entrepostos, etc.). Foi a própria evolução do comércio local e internacional que permitiu a formação das cadeias de suprimentos, necessitando assim gerenciar desde o fornecedor da matéria-prima, passando pelo fabricante, pelo atacadista e pelo varejista e assim chegar até o consumidor final. Em cada fase da imensa cadeia ocorrem agregações de serviços que iram determinar o preço dos produtos. Não basta mais fabricar bem e melhor, é necessário transportar melhor, armazenar corretamente, embalar adequadamente, identificar, rastrear, enfim toda esta gestão é a logística. A redução dos custos e dos prazos nos dias de hoje é fundamental para o melhor giro dos ativos das empresas, a precisão dos embarques e entregas torna-se informação vital para toda a cadeia. Assim a logística empresarial hoje é fonte de vantagem competitiva. Mas quando estudamos a logística aprendemos que ela vem da Arte da Guerra, presente como suporte às operações militares, transportando homens, máquinas, armas e suprimentos para sustentar as linhas de frente e as operações conforme os objetivos traçados. Podemos retroceder até o fim do século XVII e encontrarmos referências, além destas temos muito poucas referências de contribuições diretas ou que esclareçam se não existiram mesmo referências diretas da logística. 

OBJETIVO

Estudar as origens da logística antes dos anos 50 do século XX, buscando referências diretas e indiretas que levaram a construção do conceito contemporâneo de logística. 

ORIGENS

“A Guerra é o pai e o rei de todos, tem concebido alguns como deuses e outros como homens, e tem feito alguns escravos e outros livres.” Heráclito de Éfesos (536-470 a.C.), Filósofo grego. A palavra logística vem do grego Logistikos, que em latim foi transcrito como Logisticus, ambas as palavras significando o raciocínio matemático relativo a lógica como hoje a conhecemos. Não vamos encontrar na Antiguidade Grega referências diretas à logística, como a gestão total da cadeia de suprimentos, como nós a conhecemos hoje, por exemplo, mas elementos em torno dos quais ela se formou, no transporte, no estudo de terrenos, suprimentos, máquinas, cavalos e homens.  “Assim, o logos, para Aristóteles, é uma enunciação, uma fórmula, uma explicação, um discurso explicativo ou um conceito. Lógica torna-se sinônimo de conceito, de significação, de regras de verdade.” SIQUEIRA, 2003 p. 20  Na obra atribuída ao General Chinês Sun Tzu (A arte da guerra, c.a. 500 a.C. no reino de Wu na China) ele diz:  “O valor do tempo, isto é, estar ligeiramente adiante do adversário, vale mais que a superioridade numérica ou os cálculos mais perfeitos com relação ao abastecimento” SUN TZU na adaptação de CLAVELL, 2003 p.22. Este ensinamento prático da Arte da Guerra com relação à velocidade das batalhas trata das questões da duração das provisões diretamente relacionadas às batalhas: quanto mais rápido o desfecho menos importância tem as questões de suprimentos. Mas pelo texto percebe-se que “cálculos mais perfeitos com relação ao abastecimento” já era um assunto comum nos grandes exércitos. Logo adiante ele relata: “Um general inteligente estabelece um ponto de reabastecimento por saque no território inimigo” Op. Cit, p.23. Em outras traduções da obra de Sun Tzu encontraremos menções à logística no campo militar, mas que poderia ser traduzida como fornecimento no sentido de suprimento, abastecimento ou víveres: “Há cinco elementos importantes nas regras militares: O primeiro é a análise do terreno;  O segundo é o cálculo de força de trabalho e dos recursos de material;  O terceiro é o cálculo da capacidade logística;  O quarto é uma comparação de a sua própria força militar com a do inimigo; e O quinto é “uma previsão de vitória ou derrota.” SUN TZU, retirado de SUN TZU - A ARTE DA GUERRA, disponível em http://www.suntzu.hpg.ig.com.br/cap4.htm, acesso em 27. mar.2008 Conforme o homem foi deixando de ser nômade e passou a prender-se ao solo por causa do desenvolvimento da agricultura, a logística não como arte estudada e nem assim percebida como algo específico, foi tomando importância na vida das pessoas. Decisões de como e para onde transportar os grãos, localização de culturas e locais apropriados para a sua armazenagem começaram a tomar importância. A afirmação do parágrafo anterior encontra força ao analisarmos a civilização egípcia, a manutenção do vasto Império do Egito deu-se no Delta do Nilo e ao longo do Nilo, nos vales férteis inundáveis, com produção agrícola suficiente de trigo para sustentar uma complexa sociedade e que necessitava de “armazéns públicos” para sustentar a população nas entressafras ou no desabastecimento, isto já acontecia entre cerca de 1800 e 2000 a.C. O próprio trigo um grão duro, resistente e estocável por razoável período de tempo cumpriu bem esta função. Para assinalar esta afirmação vejamos esta interessante passagem sobre os hebreus no Egito na época dos Faraós: “33.     Agora, pois, escolha o rei um homem sábio e prudente para pô-lo à testa do país. 34.       Nomeie também o faraó administradores no país, que recolham a quinta parte das colheitas do Egito, durante os sete anos de abundância. 35.       Eles ajuntarão todos os produtos destes bons anos que vêm, e armazenarão o trigo nas cidades, à disposição do faraó como provisões a conservar. 36.       Estes mantimentos formarão para o país uma reserva em previsão dos sete anos de fome que assolarão o Egito. “Dessa forma o país não será arruinado pela fome.” 37.       Essas palavras agradaram o faraó e toda a sua gente.” Passagem do Profeta José no Egito, BÍBLIA AVE MARIA, Gênesis, 41. Em outras passagens (Op. Cit., verbete “armazéns”) também encontraremos menções: (I Crônicas 26,17)Ao oriente, havia seis levitas; ao norte, quatro por dia; ao sul, quatro por dia e nos armazéns, quatro, dois a dois; (...) (II Crônicas 32,28)(...) armazéns para o trigo, o mosto e o azeite; estábulos para toda a espécie de gado e apriscos para os rebanhos. (Neemias 13,12)Então todo o Judá trouxe para os armazéns o dízimo do trigo, do vinho e do óleo.  (Neemias 13,13)Confiei a intendência dos armazéns ao sacerdote Selemias, ao escriba Sadoc, e a Fadaías, um dos levitas, com o seu auxiliar Hanã, filho de Zacur, filho de Matanias, porque tinham reputação de integridade. Foram encarregados de fazer a distribuição aos seus irmãos.  (Joel 1,17)As sementes secaram sob os torrões, os celeiros estão vazios, os armazéns, arruinados, porque falta o trigo. A mesma questão da produção agrícola ocorreu nas margens dos Rios Tigre, Eufrates e Ganges (ANTUNES, 2005 p. 61), onde se formaram também grandes civilizações, o mesmo ocorrendo nos terraços da China, na cultura alagada do arroz, e na cultura do milho nas civilizações pré-colombianas das Américas, os Maias, Astecas e Incas do século XIII até o XV (SILVA SOUZA, 2004 p.02). Na Grécia, o florescimento do comércio por meio das rotas comerciais entre as ilhas e o continente intensificou a importância da navegação. É atribuído a Anaximandro de Mileto (, 610 - 546 a.C.) o primeiro mapa-múndi Grego, mostrando os arredores da Grécia, a Península Ibérica, o Norte da África (Líbia e Egito), a Península Itálica, uma parte da Pérsia e um pouco do norte da Europa (COUPRIE, 2006 p.1). Por meio de seus estudos BARKER (2005, p. 87) concluiu que o avanço Persa em 480 a.C. sobre a Grécia, mesmo sendo os persas derrotados, foi um dos mais grandiosos exercícios logísticos da Antiguidade e envolveu grandes esforços para abastecer mais de duzentos mil homens em território hostil. “Um grande exército não é fácil de se manter abastecido e este problema seria muito mais agudo nos tempos antigos, quando a logística de abastecimento dependia de carros puxados por animais.”  YAHAMBARAM, 2008 Outro exemplo é um episódio da Guerra do Poleponeso, envolvendo Atenas e Esparta entre 431 - 404 a.C, onde os Espartanos arrasaram os campos de trigo de Atenas numa tentativa de forçar Atenas para o confronto aberto, o que foi frustrado nesse episódio pelo suprimento de trigo oriundo da Trácia e do Porto no Mar Negro (MACHADO DA SILVA, 2003 p. 8). Segundo o Exército Brasileiro (2006, A Logística no Exército Brasileiro) no latim teremos a intendência, o administrador nos exércitos romanos e bizantinos: “logista”, também encontramos esta afirmação em APGAUA (2001, p. 4), as mesmas referências temos também em HERMANSEN (2000 p. 2). O emprego da logística na Arte da Guerra tem sua maior evidência na Roma Antiga, por meio da organização do exército, no deslocamento das tropas, máquinas e suprimentos. “Usando largas evidências no período sob discussão, R. ilustra a natureza e função da  “stativa” ou “sedes belli”,  a qual ele chama de “base operacional”. Esta é uma instalação que abastece e aquartela as tropas fora da campanha e fornece uma posição para recuar se a situação ficar crítica.” THORNE, 2001 p.2. Na obra A Arte da Guerra de Maquiavel, escrita entre 1513 e 1521 existem duas passagens interessantes (p.127 e 128 respectivamente): “É melhor vencer o inimigo com a fome do que com o ferro, pois na vitória obtida com este vale muito mais a sorte do que o valor” e em outra passagem logo adiante “Quem não prepara os alimentos necessários para subsistir é vencido sem o emprego de armas.” Claramente os conceitos da logística estão implícitos neste contexto.  Como ciência a logística surge descrita por Leibniz no século XVII, mas ainda a identifica como uma das ciências lógicas (p. 2007, P. 101): “A sexta ciência é a logística, que trata do todo e das partes, quer dizer, da magnitude em geral, das razões e das proporções, e que inclui o livro quinto dos Elementos de Euclides, como também grande parte da álgebra.” LEIBNIZ, 2001 p. 101. Para esclarecer o leitor LEIBNIZ lista como ciências: 1.         Gramática, 2.   Lógica, 3.        Mnemônica, 4.            Retórica, 5.      Formas – qualidades, 6.            Logística – álgebra, 7. Aritmética, 8.  Geometria, 9.  Mecânica, 10.  Peografia, 11.  Homeografia, 12.            Cosmografia, 13.        Idografia, 14.  Moral, 15.       Omitida, 16.    Geopolítica, 17.          Omitida, e 18.            Teologia. Este livro V dos Elementos de Euclides (Alexandria, 300 a.C.) trata da razão e da proporção, sua obra matemática influenciou profundamente a humanidade. Segundo a Escola de Material Bélico – ESMB (maio de 2006) o conceito da logística na guerra como sistema de apoio regular e organizado teve sua origem em 1611 e 1632 na Suécia sob o comando do Rei Gustavo Adolfo que reestruturou o exército modernizando-o e utilizou comboios de suprimentos e manutenção protegidos. Souza (2003, p.5) e MAGEE (1977, p.1) afirmam que o verbo francês Loger, que significa alojar ou acomodar, deu origem à palavra logística no século XVIII. A partir de então a logística começou a ser estudada e explicada como uma parte ou área de estudo da Arte da Guerra. Segundo o Logistics Handbook das Forças Canadenses (Revisão 06. set.2000, p.14) a logística é uma das três artes militares básicas da doutrina moderna. Sem entrar nas explanações militares e dando uma conotação mais empresarial são elas: A.        Estratégia, que dispõe sobre os planos; B.        Tática, que usa de manobras e operações dispondo dos recursos para atender ao plano; e C.       Logística, que procura atender ao plano com meios e recursos de transporte, armazenagem e abastecimento. O Logistics Handbook das Forças Canadenses (Op. Cit. p.15) esclarece que enquanto é discutível o emprego direto do termo Logística na Roma Antiga, o uso da logística só vai ser claramente empregado a partir do século XVII na França.  Como verificamos anteriormente a palavra francesa "loger" vai assumir este papel na definição da logística no século XVIII, mas segundo o Logistic Handbook (Op. Cit. p.15) por volta de 1670 um conselheiro de Luis XIV sugeriu uma nova estrutura de apoio (staff) para resolver os problemas administrativos do exército, criando a posição de Marechal General de Logis, sendo que Logis deriva da palavra Loger.   As responsabilidades incluíam o planejamento das marchas, seleção dos campos e controle dos transportes e suprimentos. Em português vamos encontrar correlação com o que chamamos de Intendência no exército e a posição de intendente, com funções muito semelhantes. O termo La logistique ficou conhecido por meio dos trabalhos do teórico militar Barão Antoine Henri Jomini, que baseou isso em sua experiência como staff de Napoleão. O trabalho de Jomini, Sumário da Arte da Guerra de 1836 (Precis de L'art de la guerre) dividiu a Guerra em cinco áreas: estratégia, grande tática, logística, engenharia e táticas menores e sua definição de logística é que esta é a arte prática de movimento dos exércitos (JOMINI, p.14). O conceito de Jomini abrangia os transportes, a estrutura organizacional, o reconhecimento, a inteligência para a movimentação e abastecimento das tropas e determinava que a logística não devia ser apenas apoio da arte da guerra, mas em si um campo distinto para sustentar e movimentar as forças armadas. (Op. Cit., p. 14-15)  Foi Jomini (Op. Cit.) quem dividiu a guerra em três partes ou áreas estratégicas e que influenciou o estudo moderno da guerra.  Esta definição da logística, que ele denominou de ciência vai ser um século mais tarde defendida pelo General Wavell. "Quanto mais eu vejo a Guerra, mais eu concebo como tudo isso depende da administração e do transporte. Isso lhe toma pouca habilidade ou imaginação para ver que onde você gostaria que seu exército estivesse e quando toma mais conhecimento e trabalho duro para saber onde você pode por suas forças e então como mantê-los lá. Uma real compreensão de abastecimento e fatores de movimentação devem ser à base de todo líder de planos; apenas então pode ele saber como e quando assumir riscos com estes fatores, e batalhas são vencidas apenas pelos riscos assumidos.”. A.C.P. Wavell in CHOON, 2007.  

CONCLUSÕES 

Foi no século XX, com a própria evolução da Arte da Guerra que a Logística aprimorou-se, mas não poderemos falar da Ciência Logística, pois como a guerra é uma arte. Ballou (1993 p. 28) faz um interessante resumo da Logística “adormecida”, este autor (Op. Cit.) considera a Logística muito rudimentar antes de 1950 e só ganhando força no pós-guerra dos “Anos de Chumbo”. Mas antes de encerrarmos o texto podemos ainda resgatar mais pioneiros no século XX. Lambert et al. (1988) explica que o estudo da logística só foi para a academia no Século XX e um dos artigos pioneiros era de Jonh Crowell de 1901, onde trata dos custos e dos fatores que afetavam a distribuição de produtos agrícolas. Um pouco mais tarde surgem outros artigos sobre a logística, a Sociedade Portuguesa da Inovação (1999) aponta mais quatro artigos posteriores ao de Jonh Croweell e que são de Arch Shaw (1916), L. D. H. Weld (1916), Fred E. Clark (1922) e Ralph Borsodi (1927). Novaes (2004, p. 1-3) explica também que a colonização dos Estados Unidos da América reuniu particularidades que proveram o crescimento e expansão de elementos tais como o transporte e os armazéns que serviram para desenvolver a Logística Empresarial. Para encerrar este estudo histórico podemos citar BOWERSOX e GLOSS (2001, p. 20): “O que faz a logística contemporânea interessante é o desafio de tornar os resultados combinados da integração interna e externa numa das competências centrais da empresa.” A incorporação da Logística por parte das empresas é o que vai criar a Logística Empresarial a partir dos anos 50 e que hoje contribui como Vantagem Competitiva nas empresas que atuam globalmente, mas sem o amadurecimento do passado, da coleção interminável de pensadores, que aqui e ali desfilaram na História suas teorias e práticas, a logística não poderia ser concebida como é hoje.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

ANTUNES, Jair. Hegel e os fundamentos geográficos da história - o clima e o solo como condicionantes de progresso ou atraso histórico. Paraná: Unicentro, Revista Tempo da Ciência, Vol. 12, No 24, 2005. APGAUA, Paulo. As associações e a liderança. Belo Horizonte: Comunidade Virtual de Antropologia, 02. Mar. 2001. Disponível: http://www.antropologia.com.br/pauloapgaua/, acesso em 30 mar. 08. BALLOU, Ronald H. Logística Empresarial: Transportes, Administração de Materiais e Distribuição Física. São Paulo: Atlas, 1993. BARKER, Peter Frederick. From the Scamander to Syracuse: Studies in Ancient Logistics. Master of Arts-With Specialization in Ancient Languages and Cultures. SOUTH AFRICA (África do Sul): UNIVERSITY OF SOUTH AFRICA. SUPERVISOR: Dr. R. EVANS, NOVEMBER 2005. BÍBLIA AVE MARIA, Gênesis, 41, versão digital disponível na Bíblia Católica, endereço: http://www.bibliacatolica.com.br/01/1/41.php, acesso em 25. Mar. 2008. BONANATE, Luigi. A Guerra. São Paulo: Estação Liberdade, 2001. BOWERSOX, Donald J. e CLOSS, David J. Logística Empresarial: O processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, 2001. BRASIL, Exército Brasileiro. Evolução da Logística, A Logística no Exército Brasileiro. Brasília: Revista Verde-Oliva, DF - Ano XXXII - Nº 187– Jan / Fev / Mar 2006. Disponível em: http://www.exercito.gov.br/VO/187/logist.htm, acesso em 27. Mar.2008. BRASIL, Exército Brasileiro: Escola de Material Bélico - ESMB. Editorial: Evolução da Logística. Seção de Doutrina, Ano 3 n. 10 Mai 2006. Disponível em: http://www.esmb.ensino.eb.br/portalmnt/informatbel/informatbel10.pdf, acesso em 27. mar.2008. CHOON, Lim Kheng. Book Review: Martin van Creveld's Supplying War: Logistics from Wallenstein to Patton. , Journals, 2007, Vol. 33 No. 1. Singapore, 29 Nov 2007. Conselho dos Profissionais de Logística. “CSCMP - Supply Chain Management Definitions”. Disponível em http://cscmp.org/aboutcscmp/definitions.asp, acesso em 03 Out 2008. COUPRIE, Dirk L. Anaximander (c. 610-546 BCE).  Holanda: Internet Encyclopedia of Philosophy, 2006. Disponível em:  http://www.iep.utm.edu/a/anaximan.htm, acesso em 30 Mar. 2008 ECKSTEIN, Arthur M. The Journal of Military History. Artigo sobre a obra  “The Logistics of the Roman Army at War (264 BC-AD 235) by Jonathan P. Roth”. United States of America (Estados Unidos da América): The Journal of Military History, Vol. 64, No 1, Jan. 2000, pp. 182-184, doi:10.2307/120794. HERMANSEN, Max. United States Military Logistics in the First Part of the Korean War. Oslo: University of Oslo. Dissertation, Spring, 2000; Supervisor: Professor Rolf Tamnes. Disponível em http://vlib.iue.it/carrie/texts/carrie_books/hermansen/1.html, acesso em 30 mar. 2008.     JOMINI, Baron. The Art of War. A New Edition, with Appendices and Maps. Translated from the french by Capt. G.H. MENDELL, and Lieut. W.P. CRAIGHILL, U.S. ARMY. Originally published in 1862. Extraído do “The Project Gutenberg EBook of The Art of War, by Baron Henri de Jomini - www.gutenberg.net”. LAMBERT, Douglas M., STOCK, James R., VANTINE, José Geraldo. Administração estratégica da Logística. Tradução Maria Cristina Vondrak. São Paulo: Vantine Consultores, 1998. p. 20. LEIBNIZ, Gottfried Wilhelm. Projeto a respeito de uma nova Enciclopédia. São Paulo: Departamento de Filosofia da USP, Revista Scientiae Studia, v. 5, n. 1, p. 95-107, 2007. Disponível em http://www.scientiaestudia.org.br/revista/PDF/05_01_05.pdf, acesso em 30 mar. 08.  Tradução da obra de Couturat, Opuscules et fragments inédits de Leibniz, p. 30-41, 1988. LOGISTICS HANDBOOK. A Handbook on the Canadian Forces Logistics Branch. Canadá: Canadian Forces (Forças Armadas do Canadá), Directorate of Supply Resources and Operations / Logistics Branch Secretariat, 06.set.2000. MACHADO DA SILVA, Marcos Valle. O fim do breve império ateniense. Rio de Janeiro: ESCOLA DE GUERRA NAVAL, Curso de Estado-Maior para Oficiais Superiores, Ensaio, 2003. MAGEE, John F. Logística industrial: análise e administração dos sistemas de suprimento e distribuição. São Paulo: Livraria pioneira e editora, 1977. p. 1. MAQUIAVEL, Nicolau. Escritos Políticos – A Arte da Guerra. São Paulo: Martin Claret, 2002. NOVAES, Antônio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição: Estratégia, Operação e Avaliação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. PATRICK, G. T. W. A Further Study of Heraclitus.  United States of  America (Estados Unidos da América): The American Journal of Psychology, Vol. 1, No. 4,  Aug., 1888, pp. 557-690, doi:10.2307/1410882. This article consists of 134 page(s). Disponível em: http://www.classicpersuasion.org/pw/heraclitus/herpate.htm, acesso em 23. mar.2008. SILVA SOUZA, Ivonete. Os Astecas. Estudos Latino-Americanos – E.L.A. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA:  CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO. COLÉGIO DE APLICAÇÃO. Santa Catarina, Texto nº 9, Junho de 2004. SIQUEIRA, Cristina Lima de. A tradição gramatical e a ótica funcionalista:um estudo das definições de sujeito. Rio de Janeiro: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Dissertação de Mestrado. Departamento de Letras. Programa de Pós-Graduação em Letras, Fevereiro de 2003. Sociedade Portuguesa de Inovação. Logística: percepcionar a evolução. Portugal: SPI, 1999. Disponível em: http://www.spi.pt/documents/books/ecommerce/celog/experimentar.manual/1.2/cap_apresentacao.htm, acesso em 09 mar 2008. SOUZA, C. L.G.de. A teoria geral do comércio exterior: aspectos jurídicos e operacionais. Belo Horizonte: Líder, 2003. SUN TZU.SUN TZU - A ARTE DA GUERRA, disponível em http://www.suntzu.hpg.ig.com.br/cap4.htm, acesso em 27.mar.2008. Também disponível em http://www.scribd.com/doc/238821/A-Arte-Da-Guerra-Sun-Tzu-Versao-Ilustrada-E-Comentada, acesso em 27. mar.2008. Tr. e Interpretação de Luiz Figueiredo, 2002. SUN TZU. A Arte da Guerra. Rio de Janeiro: Record, 2003. Tr. E Adaptação de James Clavell.  THORNE, James A. Digressus 1. Artigo sobre a obra “Jonathan Roth (1998). The Logistics of the Roman Army at War (264 B.C. – A.D. 235). Leiden; Boston; Köln: Brill, 1998. Pp. i–xxi, 1-399”. United Kingdom (Inglaterra), University of Manchester: Digressus 1, the internet journal for the Classical World, 2001,  pages 1-3.

YAHAMBARAM, Parthiban. Lesson 2: Herodotus and the Persian Wars. The aftermath of Salamis. Ancient Greece. Disponível em: http://www.suite101.com/lesson.cfm/18443/1731/7, acesso em 25. Mar. 2008.

 Publicado em:   TOSO JÚNIOR, Reinaldo . A logística no ambito da história. Reverte (Indaiatuba), v. 6, p. 14-25, 2008.
Palavras-chave: logística.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração de Empresas / Especialidade: Logística.
Setores de atividade: Transporte, Armazenagem e Comunicações. ; Meio de divulgação: Impresso; ISSN/ISBN: 1806803.  Disponibilizado em:  http://br.monografias.com/trabalhos913/logistica-ambito-historia/logistica-ambito-historia.shtmlhttp://geocities.yahoo.com.br/reitoso/page1/Logstica.doc